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Duo Raul de Sá & Benoit Decharneux.

domingo, 14 de julho de 2019

"SanJazz" na Reabertura do Cine Teatro Benedito Alves da Silva.

Ontem, 13. de Julho de 2019, fiz minha participação no evento de reabertura do Cine Teatro Benedito Alves da Silva, em São José dos Campos (SP), juntamente com meus amigos e colegas de profissão, do grupo instrumental "SanJazz": Henrique Macedo no Contrabaixo elétrico; Elias Pontes na Bateria e Reniton Carlos nos Saxofones e Flauta. 

Como convidados: Chico Oliveira no Trompete e Lucas Andrade na Guitarra. 

Em tempos em que nossa Cultura anda, cada vez mais, desvalorizada, qualquer recuperação de espaço cultural torna-se uma "trincheira", atuando na defesa dos verdadeiros valores culturais e artísticos que, a muito custo,  conseguimos produzir.  Aliás, como sempre foi. 

O público compareceu e prestigiou, demonstrando uma presença calorosa e ávida por um ambiente musical, culturalmente enriquecedor.  Foi uma noite muito agradável.  Para a audiência e para os músicos que ali se apresentaram. 

Que venham mais espaços, mais apresentações e mais incentivo!


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domingo, 23 de junho de 2019

Eu e a Brisa - Johnny Alf.

terça-feira, 19 de março de 2019

Você - Roberto Menescal.





Mais um trecho da apresentação musical do projeto " O Fino da Bossa", em quarteto, no Bar da Lareira, do Grande Hotel SENAC, em Campos do Jordão (SP). 02.03.2019.

Ana Morena - vocal.
Mi Machado - vocal.
Raul de Sá - Piano elétrico.
Henrique Macedo - Contrabaixo elétrico.
Captação - Edvaldo Oliveira.

domingo, 10 de março de 2019

Arrastão - Edu Lobo





Quarteto formado por :

Ana Morena - Vocal. 
Mi Machado - Vocal. 
Henrique Macedo - Contrabaixo elétrico
Raul de Sá - Piano elétrico. 
Fragmento do projeto : " O Fino da Bossa", apresentado no Bar da Lareira, do Grande Hotel SENAC, em Campos do Jordão (SP) - 02.03.2019
Captação:  Edvaldo Oliveira. 

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Uma prática bastante saudável.


UMA PRÁTICA BASTANTE SAUDÁVEL: “TIRAR” MÚSICAS.

       Quem trabalha com Música e atua na área de Bailes, Eventos Corporativos, Casamentos, Aniversários, etc., sempre irá se deparar com a tarefa de executar, em seu repertório, a chamada “Cover Music”. Principalmente nos Bailes, em que o público interage diretamente com a Banda, é necessário que haja o imediato reconhecimento e identificação, por parte da audiência, do que está sendo tocado.  Se for muito diferente do “original”, a que a platéia está acostumada, a pista não fica cheia.
Por isso é que, em meus tempos de Banda de Baile, eu ficava por horas e horas, em frente ao gravadorzinho mini-cassete, ouvindo por várias vezes, para “tirar” a Musica nova para entrar no repertório.
       Bem entendido, tudo isso era nos casos em que não havia arranjo escrito da maioria das Músicas.   Aquelas “ da parada “ de sucessos, tinham que ser incorporadas ao repertório na base do “ ouvir e tirar “.  Nem todos os Músicos de Baile, liam fluentemente.   Geralmente se recorria ao seguinte:  “ Cada um ouve a fita, e tira a sua parte “.  E mãos à obra!   Quantas vezes me lembro de ficar em frente ao gravador, ouvindo e voltando a fita, milhares de vezes, para acertar aquele determinado trecho que eu ainda não havia entendido e, de novo, de novo, até ter a certeza.  Muitas vezes era isso e mais: Transpor para o tom do Cantor ou Cantora, que não cantava no tom original.  O “Maestro”, nesses casos, era mais para coordenar o ensaio e se escrevia, era somente para arranjos mais elaborados ou as chamadas “ medleys “, seqüências de várias Músicas, emendadas umas nas outras, como por exemplo:  Ray Conniff.  Este, garantia de pista cheia, entre a galera de mais idade.  Havia ocasiões em que a fitinha cassete chegava a arrebentar, de tanto que a gente ia e voltava, com ela, para tentar “ tirar “ certinho, nos mínimos detalhes.  Tecladista, então, ainda tinha que ouvir mais atentamente, por causa dos timbres utilizados, que não eram poucos.  Barra! Rs
Raramente havia disponibilidade de partituras.  O Maestro não se dava ao trabalho de escrever as popzinhas e “ de três acordes “, da parada de sucessos.  “... - essas porcarias aí vocês ‘tiram’ com um pé nas costas”!  Dizia.  E a gente se virava para aprontar as “porcarias”. Rs
Hoje em dia, está tudo uma beleza!   Com a nova tecnologia, que já aposentou o gravador cassete e muitas outras coisas, cada Músico pode carregar um repertório inteiro, no seu próprio telefone celular e ouvir quantas vezes precisar, sem “arrebentar a fita”. Mas nada irá substituir a prática do “toca, para, volta, toca, ouve…”.   Mesmo havendo, atualmente, muito mais disponibilidade de partituras, entre os Músicos e na Internet, para aquelas “porcarias “ (e, hoje em dia, existem em maior número do que nunca), ainda não inventaram coisa melhor.  A não ser o “ play-back “. Rs.
É muito bom, porque ajuda a educar o ouvido, a percepção musical e acostuma o Músico a ouvir de tudo, nem que seja obrigado.  Uma experiência que, mais tarde, será de grande valor para qualquer ramo da Música a que ele se dedicar.  Experimentem e verão.

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